Um pouco de algumas poucas palavras.


Azul, rosa, não sei bem... Algo de bom está no ar e meus sonhos talvez estivessem certos por mais que tenham me assustado. É tá ai, tudo certo, afinal, algo de muito bom costuma assustar aqueles desavisados ou desacostumados com o Sol toda manhã. Também não está aqui nenhuma dramática ou mesmo depressiva então mudemos o vocabulário para tal não parecer tal desatino.
Se algo me espera, eu espero estar preparada para tanto, e, se por algum motivo meus pressentimentos, sentimentos, terceiro sentido quem sabe, estejam errados que seja o que for, mas que seja bom.
Bom, sempre há expectativas e essa sou eu, um defeito, uma característica apenas, um modo de viver, vai saber, entretanto esperar mais tem seu lado bom, afinal, a cobrança faz o aperfeiçoamento e esse leva ao sucesso, que sejamos bem sucedidos então.
Sucesso: mais que sorte, mais que lotérica dependente do esforço e da concretização de ideias, atitudes e daquela coragem guardada para o futuro, lá no fundo, protegida de qualquer desesperança que possa aparecer. Mas essa nem sempre está tão evidente quanto devia; esse é o problema do futuro, a gente nunca sabe quando as prioridades vão mudar.
E as mudanças mesmo fazendo parte da vida ainda nos pegam de surpresa, mas quem disse que se acostumar é fácil ou mesmo agradável? Se fosse, não reclamaríamos da rotina quando os trabalhos tomam as 24 horas do dia, ou menos... Sobra um tempinho para dormir, o que engraçado, o tempo que nos resta não aproveitamos, pois nosso consciente vai descansar. Opa, nos acostumarmos então não é tão bom assim, afinal.
Resta-nos ceder as mudanças, não jogar tudo pra cima, jamais desistir, apenas deixar que as coisas aconteçam, mas confesso que nunca entendi bem este dito: “Deixar que as coisas aconteçam como devam acontecer” afinal, se somos livres para nossas escolhas, se podemos dizer não, sair pela tangente quando a curva é praticamente certa, como deixar as coisas acontecerem como deveriam, afinal... Como é que deveriam acontecer? Outro: “nada vai acontecer se não fizermos nada”, mais um paradoxo: Se fizermos nada, estaremos dormindo, de “cara para cima” ou, comendo pipoca, largado no sofá? Mas, tais não seriam coisas feitas por nós? Então as coisas acontecerão sim, algo acontecerá, daí ser o que nós esperamos já é outra história... Mas que algo acontece, sempre acontece já que se nem depois da morte, pra quem tem fé, tudo acaba, que dirá para um fiel durante a vida.
O caso é ser fiel, não digo “o problema é ser fiel” já que seria uma solução. não significa acreditar num futuro distante e deixar tudo na mão do famoso destino, é como um sentimento: Cada um concebe de uma forma, porém para uns ele nem existe, é apenas consolo por algo perdido; já para os fieis verdadeiros é algo que toma o corpo além do físico e faz brotar uma esperança, uma paz, um sopro que preenche a vida novamente.
Não há uma ideia principal a ser concluída, acredito. Talvez a vida seja assim: Um pouco de cada coisa, e como cada parágrafo desse texto, cada dia com seu tema. O seguinte poderá vim com algum resquício do que passou e dessa forma nada se conclui permanentemente. Ainda, se até aqueles que se vão deixam sua marca e assim perpetuam-se, o que dizer de uma simples passagem: das 23:59 para às 24:00h?
                                                                                                                                                      17/06/2011

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