De pó em, aaatchim..., pó.

   A cada espirro, um grito (mudo). Coriza e pronto, mais um dia de bagunça... a casa cai em pó e o meu nariz em greve, os banheiros choram por todos os lados implorando banho, o chão mais parece que levou na cara uma tempestade de areia, ou terra pra ser mais específica. Não há quem não esteja, ou tenha estado há pouco, imerso no mundo das greves: É olfato, paladar... só não há greve pro sono, esse é o que parece ser mais competente e com sede de trabalho (acho que eles empacotam sonífero com nomes de xarope - um dia eu testo essa teoria, ou não).
  Enquanto isso a bagunça se espalha, a casa se espalha e a ordem vai lá longe... ôh pequeno minúsculo imóvel que não és compacto, quanto dó sinto de tu que adoece junto à teus moradores sem, ao menos, ter direito a um analgésico... mas sinto ao dizer, nada de vassouras por esses dias e nem que pudesses, não adiantaria espernear...
  Olho pela janela: Ali, ali... "Eei, volte", tento gritar, mas sem sucesso, ela disse que só volta, o mais cedo no fim de semana, de malas prontas passará esses dias em qualquer lugar longe daqui.
Sala, quarto, banheiro... em todo lugar deixou um bilhete:
"Essa tal de gripe faz mal pra pele e não quero saber de olheiras.
Att.: Sr(a) Ordem"

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