Entre prantos e desejo

Vejo o egoísmo tomando as rédias da situação e nao sei o que pensar;
Vejo-me julgando o dedo que aponta e discriminando o outro de nariz torto e me acho pior;
Entro em paradoxo e não sei como sair, minha paciência se esgota como a tinta do cartucho não recarregado da impressora, ao passo que faço de diamante o que nunca passou perto de ser grafite e perco-me em raiva.
Ôh Senhor de todos os corações, retirais do meu tal sentimento mesquinho e essas nuvens negras que o cercam, não deixai-me poluir com tal veneno que mata os que deliciam-se em seu pseudo sabor de néctar;
que seja passageiro enquanto dure e se vá.

Preciso apenas do amor mais puro que há, porque só Ele será capaz de meu coração tomar e nada mais pensarei.
Sinto-me somente necessitada do outro que meu ombro afaga e que de mim nada quer além do amor sentido e de graça oferecido pelo simples fato de tê-lo por merecimento dele, sorte minha.
~ 06/09/2013

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